TERRA DOS BACOS VACANTES


20/01/2006


eu; nós.

Se somos outros, não me admito, não admito,nem serei admitido. 
Não... Somos Baco, ao mesmo tempo que somos Apolo. 
Talvez Benjamim, sem ser Baudelaire. Talvez Baudelaire, sem ser não sei quem. 
Não matei Deus, nem a mim.
Nem somos vouyeres, mas gostamos de olhar na fresta do romantismo.
Somos Marx sem ditadores.
somos Humanos e Humanistas.Novos Humanistas. 
Apenas cansa-me o pós-tudo.

Escrito por LUIZ OTÁVIO CORRÊA às 10h44
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